ABRAÃO E A ORAÇÃO

Pra. Maria Luísa Duarte Simões Credidio


"Orem sempre!"

1 Ts 5. 17


       Oração não é manipulação! Não podemos tratar Deus como se fosse nosso empregado, dizendo-lhe como as coisas devem ser feitas. Não damos ordens a Deus, mas suplicamos a ele humildemente. Na oração manifestamos a confiança em Deus e nas suas promessas. Daí a importância de orar sempre!

    Abraão é um exemplo de homem de oração. No Livro de Gênesis, capítulo 18, versículos 16 a 33, temos uma interessante situação. Deus anunciou que destruiria as perversas cidades de Sodoma e Gomorra. Abraão suplicou várias vezes a Deus: "Senhor, será que vais destruir os bons juntos com os maus?(Gn18.23). Deus respondeu que não o faria nem por causa de cinquenta. Abraão insistiu: "E se houver quarenta e cinco justos? E se forem quarenta? E se forem trinta?" Abraão parecia insolente. Mas não! Ele o fez de forma humilde, sem questionar a autoridade de Deus, mas confiou na misericórdia de Deus. Abraão sabia muito bem que Deus não é injusto. Abraão foi insistente, mas não manipulador!

    É importante que, ao orarmos, saibamos da nossa posição. Não podemos determinar para Deus o que deve ser feito, embora vivamos fazendo isso. Mas podemos, sim, suplicar a ele com toda confiança, baseados nas suas próprias promessas. Com isso Deus se alegra. Ele quer que seus filhos confiem plenamente nele. Afinal, ele já demonstrou suficientemente seu amor, ao entregar Jesus para morrer por nós. Por isso, assim como Abraão, oremos com confiança, mas deixemos Deus ser Deus. Saibamos dizer: "Seja feita a tua vontade!".


OREMOS: Senhor Deus, tu sabes o que é melhor para mim. Concede-me  confiança completa no teu amor, de modo que eu sempre ore a ti com toda a confiança. Por Jesus. Amém.


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